O BlogBESSS...

Bem-Vindos!


Blog ou Blogue, na grafia portuguesa, é uma abreviatura de Weblog. Estes sítios permitem a publicação e a constante atualização de artigos ou "posts", que são, em geral, organizados através de etiquetas (temas) e de forma cronológica inversa.


A possibilidade de os leitores e autores deixarem comentários, de forma sequencial e interativa, corresponde à natureza essencial dos blogues
e por isso, o elemento central do presente projeto da Biblioteca Escolar (BE).


O BlogBESSS é um espaço virtual de informação e de partilha de leituras e ideias. Aberto à comunidade educativa da ESSS e a todos os que pretendam contribuir para a concretização dos objetivos da BE:

1. Promover a leitura e as literacias;

2. Apoiar o desenvolvimento curricular;

3. Valorizar a BE como elemento integrante do Projeto Educativo;

4. Abrir a BE à comunidade local.


De acordo com a sua natureza e integrando os referidos objetivos, o BlogBESSS corresponde a uma proposta de aprendizagem colaborativa e de construção coletiva do Conhecimento, incentivando ao mesmo tempo a utilização/fruição dos recursos existentes na BE.


Colabore nos Projetos "Autor do Mês..." (Para saber como colaborar deverá ler a mensagem de 20 de fevereiro de 2009) e "Leituras Soltas..."
(Leia a mensagem de 10 de abril de 2009).


Não se esqueça, ainda, de ler as regras de utilização do
BlogBESSS e as indicações de "Como Comentar.." nas mensagens de 10 de fevereiro de 2009.


A Biblioteca Escolar da ESSS


PS - Uma leitura interessante sobre a convergência entre as Bibliotecas e os Blogues é o texto de Moreno Albuquerque de Barros - Blogs e Bibliotecários.

domingo, 3 de julho de 2016

Múcio Cévola





Na fase final da monarquia romana, mais precisamente a 508 a.C., o rei dos Etruscos Lars Porsena cercou a cidade de Roma, expulsando o rei Tarquínio, O Soberbo. Caio Múcio Cévola era um jovem soldado romano, que terá nascido a 524 a.C. e morrido a 480 a.C. Este, segundo Tito Lívio, tinha apenas 16 anos quando decidiu que a única solução de libertar Roma seria matar o rei inimigo.
Múcio Cévola ter-se-á intrometido no acampamento dos inimigos, conseguindo entrar na tenda do rei. No entanto, devido a um engano, terá acabado por matar o secretário em vez do rei, pois estes apresentavam a mesma roupa. Com este sucedido, Múcio terá sido apanhado e feito prisioneiro. No julgamento, Porsena terá ordenado que Múcio fosse torturado com fogo para obter informações acerca dos romanos.
Porém, Múcio terá colocado heroicamente a mão direita no fogo, dizendo: “Sou um cidadão de Roma, e vim para matar um inimigo ou morrer com valentia, e muitos, como eu, estão dispostos a fazer o mesmo”, rejeitando assim trair a sua pátria, independentemente das consequências. Porsena, sensibilizado com tamanha coragem, terá decidido libertá-lo, assinando um tratado de paz.





Curiosidades:
Algumas pessoas julgam que a expressão “pôr as mãos no fogo” tem origem na bravura de Múcio Cévola.

A história deste jovem levou muitos artistas a criar obras em torno dela, como por exemplo: Louis Pierre Deseine criou uma escultura de Múcio Cévola em 1791, que se encontra exposta no museu do Louvre; um quadro de Sebastiano Ricci, pintado entre 1684 e 1685, e um outro quadro de Jacob de Wit, pintado em 1754.




Em 1964, Giorgio Ferroni dirigiu um filme inspirado na história deste jovem.



Webgrafia:

·        Vítor (2009), Caio Múcio Cévola, in http://salsolsul.blogspot.pt/2009/10/caio-mucio-cevola.html; acedido a 28 de Fevereiro de 2016;
·        A Filosofia (2014), A Influência do Exemplo para os Outros, in http://www.afilosofia.com.br/post/a-influencia-do-exemplo-para-os-outros/545; acedido a 28 de Fevereiro de 2016;
·        Vários (2013), O Poder do Exemplo, in http://filosofiacotidiana-na.blogspot.pt/2013/10/o-poder-do-exemplo.html; acedido a 28 de Fevereiro de 2016.
Trabalho Realizado por:
Rita Azevedo, 10.ºL, n.º2

Prof.ª Raquel Teixeira
 

 

sábado, 2 de julho de 2016

Filhos de Júpiter e Europa: Minos, Radamanto e Sarpedão




 
Júpiter e Europa tiveram três filhos: Minos, Radamanto e Sarpedão. Estes foram criados por Astério, quando este casou com Europa. Após a morte de Astério, houve uma rivalidade entre os filhos de Europa, pois estes apaixonaram-se pelo mesmo homem, Mileto, que era filho de Apolo e Ária. Por Mileto preferir Sarpedão, Minos entrou em guerra aberta contra ambos, o que causou a fuga dos irmãos para Cária.
Sobre Radamanto sabemos que é lhe atribuída a legislação da ilha de Creta, que serviu de modelo a várias cidades gregas. Foi expulso de Creta por Minos, pois este tinha ciúmes da sua popularidade, e fugiu para a Beócia, onde se casou com Alcmena, viúva de Anfitrião. Tiveram dois filhos, Eritro e Gortis. Era conhecido pela sua sabedoria e justiça, por isso, ao morrer tornou-se um dos juízes de Hades, juntamente com o seu irmão Minos e Éaco (também filho de Júpiter e da ninfa Égina). Segundo o filosofo Platão, supunha-se que Radamanto julgava as almas vindas da Ásia, enquanto Éaco fazia o mesmo com as ocidentais, tendo Minos o voto decisivo.
Minos era filho de Júpiter e da princesa fenícia Europa. Este foi o sucessor de Astério no trono de Creta. Era casado com Pasífae e teve quatro filhos e quatro filhas com ela: Catreu, Deucalião, Glauco , Andrógeo, Ácale, Xenódice, Ariadne e Fedra. Além dos filhos com a sua esposa teve também quatro filhos com a ninfa Paria: Eurimedonte, Nefálio, Crises e Filolau; e com Dexítea, teve apenas um filho, Euxâncio.
Este rei ficou marcado por atrair a vingança de Posídon ao recusar-lhe o sacrifício do touro branco. A sua esposa, Pasífae, apaixonou-se pelo touro, e gerou um monstro, o Minotauro. Minos, como vingança abandonou a mulher, e entregou-se a vários casos românticos. A mulher, ciumenta, lançou um feitiço sobre o leito do rei, de onde saiam escorpiões e serpentes, matando as amantes.
O reinado também foi marcado pelo assassinato do seu filho Andrógeo. Andrógeo havia vencido todas as provas dos jogos Pan-Atenaicos, o que suscitou a inveja do rei Egeu, que acaba por mandar assassinar o príncipe. Para se vingar da morte do filho, Minos entrou em guerra contra Atenas, vencendo-a e obrigando-a a, todos os anos, mandar sete rapazes e sete raparigas para alimentar o Minotauro, preso no labirinto construído por Dédalo.
Um dos jovens rapazes vindos de Atenas, Teseu, recebeu a ajuda da filha de Minos e Pasífae, Ariadne, apaixonada pelo herói. Esta concedeu-lhe um fio para marcar o caminho de saída do labirinto e deu-lhe uma espada para matar o Minotauro. Depois de ter morto o Minotauro e de ter saído do labirinto, Teseu raptou Ariadne.
Quanto a Sarpedão, depois da guerra com o irmão Minos, refugiou-se na zona junto a Mileto, onde se tornou rei.
“Ali está Minos”,  A Divina Comédia de Dante,Inferno, Canto V-4; Ilustração de Gustave Doré

Bibliografia
Hacquard, Georges. (1996). Dicionário da mitologia grega e romana. 1ª edição, Edições ASA. Lisboa.
Pennafort, Mauro (2009, Outubro). A mitologia de Júpiter. Acedido a 12 de novembro de 2015, em: http://www.oocities.org/mpennafort/jupmito.html
Schmidt, Jöel (1997). Dicionário de mitologia grega e romana. Edições 70. Lisboa.
Wikipedia (2014). Sarpedão (irmão de Minos) .Acedido em 12 de novembro de 2015, em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Sarped%C3%A3o_(irm%C3%A3o_de_Minos)
Wikipedia (2015). Éaco. Acedido em 13 de novembro de 2015, em: https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%89aco
Wikipedia (2015). Minos. Acedido em 12 de novembro de 2015, em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Minos
Wikipedia (2015). Radamanto .Acedido em 12 de novembro de 2015, em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Radamanto

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